É bom evitar sua presença no quarto da criança ou nos ambientes em que ela costuma passar muito tempo. E é imprescindível impedir que o bebê tenha qualquer tipo de contato com as fezes e a urina do animal. “É por elas que são transmitidas muitas das doenças”, avisa a veterinária. Lavar as mãos deve ser hábito corriqueiro, mesmo depois de um singelo carinho. ” Também é necessário estar atento ao prato de ração, porque os pequenos adoram experimentar a comida de seus bichos. Ela não faz mal algum à saúde, mas está impregnada de saliva e pêlos” diz Cláudia. Os pelos, aliás, não são um incômodo apenas na hora da faxina. Por eles também são transmitidas doenças. Além de bactérias, eles carregam ácaros e estão contaminados com substâncias – produzidas por glândulas presentes na saliva – que desencadeiam alergias. O pediatra Victor Nudelman lembra que outros animais de estimação, como hamsters, também passam doenças. “Se a criança é alérgica, não é bom que conviva com animais de estimação, pois é no contato que a alergia se desenvolve” diz, categórico. “O ideal é que o bicho não fique dentro de casa.” A relação de crianças e bichos traz riscos e também benefícios. Cachorros e outros animais têm ajudado médicos e fisioterapeutas no tratamento de deficiências físicas e mentais. “Em contato com o animal, os pacientes reagem melhor aos estímulos”, conta a veterinária. A convivência ajuda a criança a se sentir mais segura, desperta a afetividade e o respeito pelos seres vivos, diminui a ansiedade e ensina noções de responsabilidade. A professora de psicologia e psicanalista. Isabel Khan explica que a relação afetiva sempre é muito positiva, mas lembra que, embora o animal possa ser uma ótima companhia, ele não substitui de forma alguma as relações humanas.
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A vida é corrida, a gente sabe. Mas, com um bebê em casa, os cuidados com os animais nõo podem, de maneira nenhuma, ser negligenciados. Preste atenção em certos mandamentos dos veterinários. Anote em um caíendário ou uma agenda a data de cada procedimento.
Leve regularmente o animal ao veterinário
Mantenha em dia o calendário de vacinação.
Aplique vermífugos periodicamente.
Passe um antipulgas (a embalagem de cada produto informa a periodicidade adequada) Observe se a pele e o pêlo estão com aspecto saudável.
Ensine o seu bicho a não entrar nos quartos e na cozinha.
Lave as mãos sempre, especialmente depois de tocar no animal.
Limpe a casa com aspirador de pó e pano úmido.
Mantenha a criança longe da comida e dos excrementos do bichinho.
Nada de beijar o animal ou se deixar ser lambido por ele.
A partir de 1 ano.
• Aplique Antiderrapante – para evitar quedas acidentais e deslizes na banheira ou no banho regular.
• Rede de proteção para banheiras – feita de tela dc poliéster, é usada nas banheiras rígidas.
A partir dos 6 meses.
• Cadeado para puxador – sistema que trava as portas e impede que a criança as abra. Não tem parafusos e não dificulta que adultos abram as portas.
• Crade de porta – estrutura tubular que é fixa sob pressão à parede e impede a passagem para outro ambiente, ou mesmo para a escada. Tem 84 cm de altura e portão que abre para os dois lados, facilitando a circulação dos adultos.
• loelheira para engatinhar – de algodão e tecido acrilico, protege os joelhos do bebê
• Para-porta feito de E.V.A, fica na lateral da porta e impede que ela se feche.
• Protetor de tomada – de plástico, impede que o pequeno fique exposto vulnerável à choques.
• Protetor de quinas – feito de silicone, serve para ser colocado cm mesas, cadeiras ou quinas pontiagudas.
• Protetor inflável para pescoço – apoio para ser colocado no pescoço dos bebês ou na nuca das crianças acima de um ano, quando vão sentadas em cadeiras de segurança de carro, tornando a viagem mais confortável.
• Redutores de fio – suporte para enrolar os fios que se excedem, evitando que o pequeno puxe ou tropece.
• Teta de proteção – para janelas de apartamentos ou casas.
• Travas para gavetas – feitas de silicone, permitem somente a abertura de 4 cm, travando o móvel nesta posição para evitar que a gaveta se feche.
• Travas de armário – também feitas de silicone, são ajustáveis e impedem a abertura de portas, inclusive da geladeira.
• Trava frontal para forno – impede a abertura do forno.
• Trava para tampa de vaso sanitário – para manter a tampa fechada e evitar que o bebê coloque as mãos.
Veja abaixo os dispositivos de segurança que o mercado oferece.
Ao nascer.
• Protetor Solar – para impedir a entrada dos raios solares e o excesso de claridade. Tem ventosas para fixação e pode ser colocado no vidro do carro ou na janela do quarto.
• Termômetro para água do banho – indicador de temperatura entre 32 e 37,7°C Pode ser encontrado em formato de bichinhos.
Se as crianças ingerem água sanitária, de odor desagradável, que poderia fazê-las desistir de seu intento, por que elas deixariam de experimentar líquidos mais coloridos, cheirosos e tentadores como colônias após o banho, xampus ou loções de higiene íntima?”, pergunta a pediatra, dra. Marly Selvaggio. As crianças desconhecem totalmente os perigos, portanto, é ao adulto que cabe os cuidados com sua segurança.
Essa segurança começa na escolha do melhor lugar da casa para estabelecer seu quarto e envolve uma série de valiosos detalhes para o seu bem-estar.








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